Crisco (mistura de pastor com vira-lata), o pais dos filhotes, não podia chegar perto deles nem pra beber água, Xitara ficava furiosa e o botava pra correr.
O tempo foi passando, o apetite dos filhotes aumentando, a choradeira ficando maior e as fugas do "berço" mais frequentes. Por mais que doesse, era hora de dar os cachorrinhos.
Demorou um pouco, até porque não queríamos dá-los a quem não fosse cuidar, mas os cachorrinhos foram encontrando outros donos. Só sobraram dois, um macho e uma fêmea. Esses já passeavam pelo quintal, se sujavam todos de leite pela manhã, arrancaram a cabeça dum boneco e roubavam a ração dos pais quando uma menina apareceu e levou a fêmea.. Já tínhamos nos habituando aos dois, foi então que resolvemos ficar com o macho.
Bÿngo já estava com uns três meses quando um homem apareceu e queria porque queria levá-lo pra tomar conta de seu sítio, já que pelo tamanho das patas, deu pra notar que ele seria um cachorro grande como o pai. De imediato dissemos que não, pois já que tiramos fotos e colocamos seu nome no testamento, agora Bÿngo faz parte da família!
depois latimos.
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